As eleições presidenciais de 2026 marcam a estreia da inteligência artificial no cenário político, ampliando os debates sobre seu uso e levando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a estabelecer novas regras para a tecnologia. Para o prof. Flávio de Leão (FDir), um dos principais desafios está na dificuldade de o eleitor identificar conteúdos produzidos artificialmente. “É muito difícil para o cidadão comum identificar e diferenciar uma mensagem verdadeira de outras produzidas por algoritmos”. Clique aqui.
